O que fazer quando sua ETE tem baixo desempenho?

Há uma série de opções para empresas tratarem seus efluentes industriais, mas como agir em caso de Estação de Tratamento de Efluentes própria com baixo desempenho?
A melhor escolha depende de diversos fatores, como: características do efluente, volume, complexidade do tratamento, entre outras.

Como manter uma ETE (Estação de Tratamento de Efluentes)?

Uma ETE (Estação de Tratamento de Efluente) possui inúmeras exigências e responsabilidades.

Para a ETE funcionar sem problemas ou paradas, é necessário conhecimento, manutenção e treinamento constante, licenças e documentação, além de análises laboratoriais e custos indiretos, como horas de pessoas altamente qualificadas. Esses custos raramente são considerados na hora de se adquirir uma ETE. Afinal, todas as etapas de tratamento e descarte adequado são de responsabilidade das empresas geradoras dos efluentes até seu destino final.

Além disso, existem alguns imprevistos e potenciais riscos que a gente não leva em consideração na hora da escolha, isso pode comprometer o atingimento de parâmetros de lançamento, colocando em risco toda operação da empresa. Estes são alguns exemplos:

  • Uma nova matéria-prima que muda as características dos efluentes
  • A falha num equipamento
  • Picos de vazão e sobrecargas hidráulicas
  • A dosagem incorreta de reagentes
  • A falha de um operador
  • Variações de carga
  • Algum acidente que interrompe a operação da ETE
  • E muitos outros imprevistos

As situações citadas acima podem gerar algumas consequências, como:

  • Interrupções nas operações para manutenção, gerando impactos na produção
  • Não enquadramento do efluente tratado nos parâmetros de lançamento, podendo atrair a atenção da fiscalização ou gerar danos ao Meio Ambiente

Para que os efluentes sejam tratados com qualidade e eficiência, a ETE precisa de certos cuidados básicos, prestando atenção a alguns parâmetros e condições, como: pH, DQO/DBO, metais, oxigênio dissolvido, sólidos sedimentáveis, turbidez, cloroamoniação, temperatura, entre outros elementos.

Uma ETE com baixo desempenho causa um desperdício de recursos utilizados no tratamento dos efluentes e gera gastos excessivos para empresa. Deste modo, uma escolha que deveria ser uma solução para os resíduos da indústria, torna-se um problema que causa prejuízos.

O que fazer quando a Estação de Tratamento de Efluentes própria se torna inviável?

Quando uma ETE, por algum motivo, não está operando a contento, ela deixa de ser viável e a solução offsite pode ser uma alternativa.
O tratamento de efluentes offsite é uma opção eficiente, segura e rápida para atender às leis ambientais e resolver o problema. Nele, a única preocupação que sua indústria terá é escolher a empresa especializada e agendar o dia de recolhimento da coleta do seu efluente, pois todas as outras etapas serão de responsabilidade da Okena.

Inicialmente, coletaremos uma amostra de seu efluente para análise de tratabilidade e precificação e para determinar o tipo de tratamento mais adequado. Em seguida, o efluente será transportado até a Okena para realização do procedimento. Após o tratamento e destinação corretos, um certificado será emitido para que você possa comprovar que seu efluente foi tratado e legalmente descartado.

Optando pelo tratamento offsite, sua empresa não precisa mais se preocupar com licenças, operação, manutenção, análises laboratoriais, compra e estoque de reagentes, logísticas e destinação de lodos de ETE, tempo de pessoas-chave, tanques para armazenar efluentes brutos e tratados, espaço para armazenar lodo de ETE, problemas de enquadramento de parâmetros e dificuldades de tratamento.

Portanto, mesmo que sua empresa tenha uma ETE própria, é ideal que você mantenha ao menos uma alternativa de tratamento offsite, caso ocorra algum imprevisto. Para isso, sugerimos que mantenha um contrato e CADRI ativos com a Okena.

Legislação e responsabilidade

No Brasil, cada estado conta com uma instituição que será responsável pela fiscalização ambiental. Em São Paulo, a agência que supervisiona o descarte e emite os documentos necessários é a CETESB (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo) e a autorização se dá através da emissão do CADRI (Certificado de Movimentação de Resíduos de Interesse Ambiental), indispensável para a terceirização de tratamento de efluentes industriais perigosos. O prazo que a CETESB leva para analisar o processo e emitir o CADRI é entre 30 e 60 dias, por isso, é recomendado que sua empresa mantenha o CADRI ativo, para poder continuar realizando o tratamento de seus efluentes sem interrupções e dentro das normas e leis ambientais.

Benefícios da terceirização

A Okena oferece todo suporte para solicitação e emissão de documentos legais necessários para o envio de efluentes para tratamento.

A responsabilidade pelo tratamento e destino dos efluentes industriais é de responsabilidade do gerador dos efluentes. Por este motivo, certifique-se de que sua escolha lhe oferece segurança e garantias. A Okena possui seguros que garantem que sua empresa não será responsabilizada, civil ou criminalmente, por eventuais danos ambientais.

Além de todas as licenças e documentos necessários para tratar seu efluente com o máximo de segurança, a Okena tem experiência. São mais de 10 anos no mercado de tratamento de efluentes offsite. Com um atendimento humanizado, nossa equipe está preparada para encontrar a melhor solução para seu negócio.

Contratar uma empresa especializada para tratar seus efluentes elimina uma série de questões técnicas que podem gerar preocupações. Com isso, você pode concentrar esforços em outras áreas de negócios que merecem total atenção e sua companhia pode se tornar melhor para seus colaboradores, clientes, pessoas que estão ao seu redor e para o meio ambiente, gerando um impacto positivo na natureza.

Quer saber mais sobre tratamento offsite de efluentes? Fale com a nossa equipe.

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